Simoni F. Handmade: A história da moda e as influências no mundo

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A história da moda e as influências no mundo

M O D A = modo, comportamento, gosto, costume… 

Créditos Pixabay
A moda vai além das tendências de cores e cortes. Ela evidencia gerações e marca a identidade de personalidades. Pode-se analisar a construção histórica do homem e da sociedade pelas suas vestimentas e pelo seu comportamento. No universo feminino, a moda era ditatorial, os vestidos longos e pesados eram desconfortáveis e nada práticos, usava-se várias saias, formando diversas camadas.
O homem bem-vestido era aquele que usava paletós e calças, mas o tecido era grosso e quente, ainda haviam os coletes, lenços e chapéus.
Com a Primeira Guerra Mundial (1914-1918), as mulheres passaram a integrar o mercado de trabalho, assim, as saias encurtaram e proporcionaram praticidade e leveza. As calças se popularizaram alguns anos depois, nos quadris da estilista Coco Chanel.
Fatos históricos participam de toda a trajetória da moda, como o biquíni (grande impacto para a moda praiana da época), nomeado assim, devido ao nome de uma ilha bombardeada na Segunda Guerra Mundial. Até os anos 20, as classes sociais podiam ser identificadas pelas roupas que as pessoas usavam. Mas uma aceitação bem-sucedida por parte das mulheres em aderir peças práticas ao armário, tornou a moda mais acessível e atraiu um grande número de adeptas.
Estilistas renomados e inovadores
Os estilistas não criam apenas modelos, eles criam ideologias, inventam e reinventam. Conseguir combinar os elementos que a sociedade precisa em determinado momento histórico, exige estudo e visão no segmento de moda.
Confira a relação de alguns estilistas que revolucionaram a moda. Inspire-se e tire as suas próprias conclusões:

Gabrielle Chanel, a “Coco Chanel” (1883-1971): revolucionou a moda com a criação de roupas soltas e livre de amarrações, como o espartilho. Incorporou algumas peças masculinas ao armário feminino, a calça foi uma delas. A década de 20 foi exclusivamente de Coco e do seu icônico “pretinho básico”, que perdura até hoje.


Christian Dior (1905-1957): e seu New Look (1947) renovaram os ares marcados pela Segunda Guerra Mundial. Saias plissadas, cintura delineada, feminilidade, sofisticação e luxo fizeram dele um estilista da alta costur


 Valentino Garavani (1936): chamado de “vermelho Valentino” pela grande quantidade do tom vermelho em suas peças, detém o V (seu símbolo) mais reconhecido da moda. Seus modelos possuem cortes diferenciados que realçam a feminilidade.

Mary Quant (1934): ousada e revolucionária, a criadora da minissaia causou um boom nos anos 60. Mary considerava a moda terrível, e sua loja Bazaar foi símbolo da vanguarda das décadas de 60 e 70.

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